EFA, PT/UE: retrato estatístico de uma década

quinta-feira, 18 de outubro de 2018 |

O que se alterou em dez anos em termos da participação da população adulta em educação e formação e que grupos populacionais mais contribuíram para as mudanças identificadas? Que alterações ocorreram no conhecimento de línguas estrangeiras? Que impactos têm a educação e formação na vida das pessoas, designadamente no seu rendimento? Quais os efeitos da escolaridade dos pais na trajetória de educação dos filhos? Estas são algumas das questões que orientam a análise dos resultados.

O Inquérito à Educação e Formação de Adultos (IEFA) é uma operação estatística realizada em todos os Estados-Membros da União Europeia (UE-28) que teve a sua terceira edição em 2016, na sequência das edições de 2007 e 2011. Vamos utilizar este material para reflectir sobre as questões acima, entre outras, comentando esta apresentação, extraída do IEFA. O conceito de aprendizagem ao longo da vida (ALV), em linha com as orientações do Eurostat, compreende a participação em alguma atividade de educação formal – ministrada em instituições de educação, conducente a um nível de escolaridade – ou não formal – atividade organizada de formação, profissional ou outra, numa dada área de competências, mas que não equivale a um nível de escolaridade. A ALV inclui ainda o conhecimento de línguas e a aprendizagem informal, que decorre das atividades da vida quotidiana relacionadas com o trabalho, a família, a vida social ou o lazer, numa base de autoaprendizagem, mas com um intenção deliberada de aprender. Este tipo de atividades distingue-se das anteriores – educação formal e não formal – por não envolver um professor, monitor ou equivalente, e sobretudo pelo seu carácter intrinsecamente individual, voluntário e auto-organizado. (sic)

Como mudou a relação dos cidadãos com o Estado?

quinta-feira, 14 de junho de 2018 |

O Simplex foi lançado em 2006, sendo a face mais visível da modernização do Estado. Resulta da crescente exigência dos cidadãos e das empresas na sua relação com a administração pública, das novas possibilidades criadas pela informatização e pela webização dos serviços, pela poupança em termos de recursos financeiros e humanos. A nossa vida mudou rapidamente nesta década, e o Simplex contribui para a mudança.

Reflicta sobre as novas possibilidades criadas pelo Simplex nas nossas vidas, e também sobre o perigo de infoexclusão de parte da população referindo pelo menos cinco funcionalidades que considere mais interessantes, construindo uma apresentação no Google Drive.

Recursos

Região Norte

domingo, 3 de junho de 2018 |

Espaço Schengen

domingo, 20 de maio de 2018 |

O que significa a União Europeia? Os eurocépticos apenas apreciam a livre circulação dos bens. 19 Estados-Membros foram mais longe, e pertencem à Área Euro. O Espaço Schengen permite a livre circulação de pessoas num território que inclui 26 países, verificando-se que 4 destes nem pertencem à UE. A Europa política, defensora dos Direitos Humanos, da Democracia e do Estado de Direito reúne 47 Estados no Conselho da Europa. Quando a Europa intervém militarmente, geralmente enquadra-se na estrutura da NATO, que também inclui o Canadá e os Estados Unidos. Estas várias “Europas” complementam-se numa construção histórica complexa, com diferentes representações para os cidadãos.



Tarefa

O Espaço Schengen é uma das dimensões da UE que os cidadãos sentem mais próxima de si. Propõe-se uma reflexão referindo as novas oportunidades e as novas ameaças criadas pela integração europeia, quer no mundo do trabalho, quer na vida em geral.



Alguns tópicos possivelmente interessantes

  • A vantagem de ser poliglota
  • Trabalho indiferenciado vs. trabalho qualificado
  • A relevância de competências básicas adquiridas na Escola (leitura/escrita, raciocínio lógico, informática)
  • A abolição de fronteiras no Espaço Schengen vs. Inexistência de fronteiras no mundo digital
  • A vaga de refugiados e imigrantes poderão colocar em perigo a própria UE?

Better Life Index

sexta-feira, 16 de março de 2018 |

Há mais vida para além dos números frios do PIB e das estatísticas económicas. O Índice Better Life permite comparar o bem-estar entre os países, com base em 11 dimensões (TOPICS) que a OCDE identificou como essenciais, nas áreas de condições materiais de vida e qualidade de vida: Habitação, Rendimento, Emprego, Comunidade, Educação, Ambiente, Participação Cívica, Saúde, Satisfação com a Vida, Segurança e Equilíbrio Trabalho-Vida. Além da generalidade dos países europeus também inclui Austrália, Brasil, Chile, Israel, Japão, Coreia, Nova Zelândia, Federação Russa, Turquia e Estados Unidos.



Cada uma destas dimensões é medida numa escala de 0 a 10. Por exemplo, a dimensão rendimento coloca no topo do ranking deste os Estados Unidos, a Suíça e o Luxemburgo, acima de 6,7; na cauda ficam Brasil, África do Sul e México, abaixo de 0,5. Na dimensão educação a Finlândia e a Austrália encontram-se acima de 8,5; México, África do Sul e Brasil, estão abaixo de 1,4. Com o seu emprego estão mais satisfeitos islandeses, suíços e noruegueses. Portugal tem a sua melhor marca na segurança, 8,3; e a pior na satisfação pessoal, 1,4.

O site permite observar os rankings por países, comparando-os uns com outros de acordo com a classificação que obtiveram em cada tema e a ponderação atribuída pela OCDE (em COUNTRIES ou TOPICS). Certamente mais interessante é a ferramenta que permite construir o seu índice Better Life, atribuindo diferentes ponderações a cada tópico (INDEX). Nestes gráficos, cada flor representa um país; cada pétala representa uma das onze dimensões (tópicos). O comprimento de cada pétala representa a pontuação do respectivo país, enquanto a largura representa a importância que lhe foi atribuída.

Clicando nas flores obtém-se uma rápida descrição do respectivo país.

Your Better Life Index Tutorial


Breve justificação de cada dimensão

Habitação
Viver em condições de habitação satisfatórias é um dos aspectos mais importantes da vida das pessoas. A habitação é essencial para atender às necessidades básicas, como abrigo, mas não é apenas uma questão de quatro paredes e um teto. Habitação deve oferecer um lugar para dormir e descansar, onde as pessoas se sintam seguras e tenham privacidade e espaço pessoal, um espaço onde possam criar uma família. Todos estes elementos ajudam a fazer da habitação um lar. E, claro, há a questão de saber se as pessoas podem pagar pela habitação adequada.

Rendimento
Embora o dinheiro não possa comprar a felicidade, ajuda muito. É um meio importante para atingir padrões mais elevados de vida e, portanto, maior bem-estar. Maior riqueza económica pode também melhorar o acesso à educação de qualidade, saúde e habitação.

Emprego
O trabalho tem benefícios económicos óbvios, mas ter um emprego também ajuda os indivíduos a permanecerem conectados à sociedade, construírem a auto-estima e desenvolverem habilidades e competências. Sociedades com altos níveis de emprego também são mais ricas, mais estáveis politicamente e mais saudáveis.

Comunidade
Os seres humanos são criaturas sociais. A frequência do nosso contacto com outras pessoas e da qualidade das nossas relações pessoais são determinantes cruciais do nosso bem-estar. Os estudos mostram que o tempo gasto com amigos está associado a um nível médio mais elevado de sentimentos positivos, e um nível médio inferior de sentimentos negativos do que o tempo gasto noutras alternativas.

Educação
A educação desempenha um papel fundamental concedendo aos indivíduos os conhecimentos, as habilidades e competências necessárias para participar efectivamente na sociedade e na economia. Além disso, a educação pode melhorar a vida das pessoas em áreas como a saúde, a participação cívica, o interesse político e a felicidade. Os estudos mostram que pessoas educadas vivem mais, participam mais activamente na política e na comunidade onde vivem, cometem menos crimes e dependem menos da assistência social.

Ambiente
A qualidade do nosso meio ambiente local tem um impacto directo na nossa saúde e bem-estar. Um ambiente preservado é uma fonte de satisfação, melhora o bem-estar mental, permite que as pessoas recuperem do stress da vida quotidiana e para realizem actividade física. Ter acesso a espaços verdes, por exemplo, é uma parte essencial da qualidade de vida. Além disso, as nossas economias não dependem apenas de trabalhadores saudáveis e produtivos, mas também dos recursos naturais, como água, madeira, pesca, plantas e culturas.

Participação Cívica
Hoje, mais do que nunca, os cidadãos exigem maior transparência dos seus governos. Informações sobre a quem, porquê e como as decisões são tomadas são essenciais para responsabilizar os governos, manter a confiança nas instituições públicas e apoiar condições justas para os negócios. Maior transparência não é apenas fundamental para a defesa da integridade no sector público, mas também contribui para uma melhor governação. Na verdade, a abertura e a transparência podem melhorar os serviços públicos, minimizando o risco de fraude, corrupção e má gestão dos fundos públicos.

Saúde
Boa saúde traz muitos benefícios, incluindo maior acesso à educação e ao mercado de trabalho, o aumento da produtividade e da riqueza, redução dos custos de cuidados de saúde, boas relações sociais e, claro, uma vida mais longa.

Satisfação com a Vida
A medição de sentimentos pode ser muito subjectiva, mas não deixa de ser um complemento útil para dados mais objectivos quando se compara a qualidade de vida entre os países. Os dados podem fornecer uma avaliação pessoal de saúde dos indivíduos, educação, rendimento, realização pessoal e das condições sociais.

Segurança
A segurança pessoal é um elemento essencial ao bem-estar dos indivíduos, e em grande parte reflecte os riscos de as pessoas serem fisicamente agredidas ou vítimas de outros tipos de crime. O crime pode levar a perda de vidas e bens, bem como à dor física, stresse pós-traumático e ansiedade. O maior impacto do crime sobre o bem-estar da população parece ser através do sentimento de vulnerabilidade que provoca.

Equilíbrio Trabalho-Vida
Encontrar um equilíbrio adequado entre o trabalho e a vida diária é um desafio que todos os trabalhadores enfrentam. Em particular, as famílias são as mais afectadas. Alguns casais gostariam de ter (mais) filhos, mas não vêem como se poderiam dar ao luxo de trabalhar menos. Outros pais estão felizes com o número de crianças na família, mas gostariam de trabalhar mais. Este é um desafio para os governos, porque se os pais não podem alcançar o equilíbrio trabalho/vida desejada, não é só o seu bem-estar que se reduz, mas assim o desenvolvimento do país. Se os pais têm de escolher entre ganhar dinheiro e cuidar dos seus filhos, o resultado é que haverá muito poucos bebés e muito pouco emprego.

Atribuindo ponderações elevadas às dimensões onde Portugal se encontra melhor posicionado, obtemos representações de Portugal no topo dos gráficos.

Atribuindo ponderações elevadas às dimensões onde Portugal se encontra pior posicionado, obtemos representações de Portugal na cauda dos rankings.



Tarefa

Constrói uma tabela para uma comparação rápida de Portugal com outros 6 países contrastantes (três mais e três menos desenvolvidos).

Apresenta duas imagens. Uma em que Portugal fique relativamente melhor colocado, outra em que fique pior.

Comenta as imagens e a tabela, analisando a posição de Portugal relativamente aos outros países nas diversas dimensões.

Download

ODS - Objectivos de Desenvolvimento Sustentável – Agenda 2030

quinta-feira, 5 de outubro de 2017 |

Em 2000 definiram-se os ODM, 8 Objectivos de Desenvolvimento do Milénio a atingir em 2015. O maior sucesso centrou-se na redução da fome, mas o objectivo contínua por cumprir. Em 2015 a agenda foi redefinida. Para agradar a mais pessoas a nova lista dos ODS, Objectivos de Desenvolvimento Sustentável alargou-se para 17 com destaque para a sustentabilidade ambiental, mas sem os concretizar claramente, sem definir metas a atingir, prazos e indicadores de verificação, talvez constituam apenas mais uma lista de boas intenções.

Recursos

Cenários de futuro para a União Europeia

quarta-feira, 7 de junho de 2017 |



Além do drama dos refugiados, outro motivo para o Reino Unido ter optado pela saída da União Europeia, encontra-se no distanciamento que os cidadãos sentem relativamente às instituições europeias. O debate sobre o futuro da UE, pelo menos foi relançado. Que UE queremos? (1) mais do mesmo, (2) só o mercado único, (3) a Europa a duas velocidades, (4) uma UE restrita a menos domínios, ou (5) um maior aprofundamento da UE, estabelecendo regras comuns em mais domínios económicos, orçamentais e fiscais.

Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia, apresentou estes cenários LIVRO BRANCO SOBRE O FUTURO DA EUROPA. Participar na sua discussão é uma forma de nos sentirmos cidadãos europeus.

A Europa não pode ser indiscutível para que a vida siga o seu curso, porém questionável para que a vida possa mudar o seu curso.



RECURSOS

Comissão Europeia avança cenários possíveis para o pós-Brexit (vídeo da SIC)

Os cinco cenários para o futuro da UE pós-Brexit, segundo Juncker (eco.pt)

Europa30-Futuro

O que a União Europeia mudou na minha vida?

sexta-feira, 24 de março de 2017 |



Reflicta no que a União Europeia terá contribuído para a mudança da sua vida, construindo no Google Drive uma apresentação com o mínimo de 10 slides, partindo dos seguintes recursos:

PORDATA / EUROPA

POP – Portal da Opinião Pública

www.oecdbetterlifeindex.org * TUTORIAL

Servidor Europa - O site oficial da União Europeia

Centro de Informação Europeia Jacques Delors: Portal de informação europeia em língua portuguesa

Vídeos da série EUROPA 30

EURONEWS - A actualidade da União Europeia

A UE em diapositivos

História da União Europeia pelo prof.

Minuto Europeu - Vídeos

Se desejar evitar a personalização da reflexão, sugere-se a utilização de ferramentas estatísticas. Depois de escolher os indicadores a observar, pode comentar os valores de alguns países contrastantes. Por exemplo, o que se passa em três potências da UE, em três países “pobres” da UE e em Portugal.

Os alunos poderão propor outras referências a adicionar a esta lista. Porém, a utilização de sites não referenciados aqui, implica a anulação do trabalho.

Alguns indicadores comuns
  • Económicos
    • PIB per capita
    • Repartição sectorial da População Activa
    • Estrutura do Produto
    • Consumo de energia/aço/(...)/habitantes
    • Indicadores do Comércio Externo
  • Demográficos
    • Taxa de Natalidade
    • Taxa de Mortalidade
    • Taxa de Mortalidade Infantil
    • Esperança Média de Vida à Nascença
    • Taxa de fecundidade
    • Taxa de Emigração
  • Socio-Culturais
    • Taxa de Analfabetismo
    • Nº Alunos/Professor
    • Nº de anos de escolaridade obrigatória
    • Nº Habitantes/Médico
    • Nº Habitantes/cama de Hospital
    • Nº jornais diários/1.000 habitantes
    • Nº TV/1.000 habitantes
    • Nº automóveis/1.000 habitantes
    • Proteínas/habitante

Mário Soares, 1924-2017

domingo, 22 de janeiro de 2017 |


Fonte: www.museu.presidencia.pt

A marcha das mulheres anti-Trump evidenciou a falta que faz ao Mundo um Mário Soares nos Estados Unidos. Soares revelou coragem, Trump twita. Soares lutou pela democracia, Trump constitui uma ameaça para o regime. Soares integrou Portugal na mais rica e próspera zona de comércio livre, Trump defende o proteccionismo. Soares evitou a guerra civil em Portugal e poupo-nos a uma deriva para um regime comunista; Trump representa o capitalismo selvagem e constitui a maior ameaça à paz e ao próprio planeta.

Tarefa:

Comente o tweet abaixo, utilizando no mínimo 500 palavras.



Recursos:

Sobre Mário Soares:
- Edição especial gratuita do Expresso, "Soares é fixe"
- Cronologia 1960-2015

Sobre Donald Trump:
O formando tem liberdade para procurar recursos, dando-se preferência a sites institucionais e jornais/revistas de grande circulação.

NOTAS:
1 - É obrigatório indicar os recursos efectivamente utilizados, dos sites que leu sobre Trump e das notícias/clips sobre Soares.
2 - Formatação recomendada: Fonte Arial; Tamanho 12.

Nascemos cidadãos?

sexta-feira, 18 de novembro de 2016 |

Há uma característica comum a todas as acções que vulgarmente denominamos morais: é agirmos de conformidade com regras preestabelecidas. Comportarmo-nos moralmente, é agirmos em determinado caso, antes mesmo de termos sido solicitados a tomar uma resolução. O domínio da moral é domínio do dever, e o dever é uma acção prescrita (Durkheim, 2001, p. 96).

Consultando os recursos abaixo, constrói uma apresentação no Google Drive, com 5 slides, reflectindo sobre alguns dos seguintes aspectos:
- O Homem nasce cidadão ou aprende a ser cidadão?
- Família, pátria e humanidade. (...) O homem só será moralmente completo, quando submetido a esta tripla acção?
- Que atitudes se identificam geralmente com o bom cidadão?
- Porque é que é mais fácil listar as atitudes do bom cidadão do que praticá-las quotidianamente?
- Que dimensões da educação para a cidadania deverão ser privilegiadas pela escola?

Recursos

Como Ser um Bom Cidadão - wikihow
Boas Maneiras do Bom Cidadão - blogue de uma professora brasileira
Moralidade e Valores Sociais na perspectiva de Émile Durkheim - post para apresentar o tema aos estudantes de Sociologia
Linhas Orientadoras da Educação para a Cidadania - documento de referência do MEC
Áreas Temáticas da Educação para a Cidadania site do MEC
Cidadania europeia - Centro de Informação Europeia Jacques Delors
Direitos e Deveres dos Cidadãos – Fundação Francisco Manuel dos Santos
A UE e a Crise dos Refugiados – publicação da Comissão Europeia


Se utilizar o avô Google, indique os sites consultados na Webgrafia. O bom cidadão não copia!

Trabalhos

Hugo e Paulo

Cláudia e João

Liliana e Paula

Jorge Ferreira

Ghost Matias

Miguel e Diogo

Guilene Mendonça

David e Marcos

Fábio

Fernando

A dieta ocidental e as alterações climáticas

sexta-feira, 14 de outubro de 2016 |

Em 2014, o documentário COWSPIRACY aterrorizou-nos. A dieta ocidental, rica em carne, peixe e lacticínios é simplesmente insustentável devido aos recursos que exige. Será mesmo assim, ou os cientistas conseguirão demonstrar que o Kip Anderson se enganou nos cálculos?



Recursos

COWSPIRACY FACTS

Rearing cattle produces more greenhouse gases than driving cars, UN report warns

Relatório da WorldWatch, 2009

Trailer do COWSPIRACY

Movie Review: There’s a Vast Cowspiracy about Climate Change

More...

A Internet em Tempo Real

quinta-feira, 23 de junho de 2016 |


Click the image to open the interactive version (via penny stocks).

Indicadores Estatísticos

quarta-feira, 22 de junho de 2016 |

Cada indicador retracta um aspecto parcial do real. Não havendo indicadores perfeitos, o mais conhecido para hierarquizar o desenvolvimento dos países é o IDH, sendo particularmente interessante observar a sua correlação com outras estatísticas. Porém, outros indicadores como o http://www.oecdbetterlifeindex.org/ também têm o seu interesse.

Constrói uma apresentação no Google Drive comparando Portugal com 4 outros países, seleccionando 2 entre os mais desenvolvidos e outros 2 entre os menos desenvolvidos.

Outros sites com indicadores estatísticos

Trabalhos em construção

Interacção social – O modelo dramatúrgico

domingo, 17 de abril de 2016 |

Na sua qualidade de actuantes, os indivíduos preocupam-se em manter a impressão de que cumprem as numerosas normas pelas quais são julgados os seus actos. Como essas normas são inúmeras e omnipresentes, os actores vivem muito mais do que se poderia pensar num universo moral (constrangidos pela sociedade). Mas como actuantes, os indivíduos não estão preocupados com o problema moral de cumprir essas normas, mas com o problema amoral de construir a impressão convincente (gestão de impressões) de que satisfazem as ditas normas (...) Enquanto actuantes somos comerciantes da moralidade, escondidos por trás das máscaras (Goffman).



Mais desenvolvido aqui.

Conceitos
  • “lei de ouro” do trabalho escolar“ - Luc Boltanski
  • “Ofício de aluno” - Philippe Perrenoud * Sinopse
Tarefa

Caracteriza nesta parede uma das estratégias utilizadas pelos alunos para se subtraírem ao julgamento professoral. (Sugestões: o turista, o distraído, o conversador, o enigmático, “as brancas”, etc.)

Panama papers

segunda-feira, 11 de abril de 2016 |

A preservação da solidariedade e do respeito numa comunidade global, exigem que as relações humanas e comerciais sigam princípios éticos. Os Panama papers vieram demonstrar quão fraca e injusta é a comunidade global quando nesta se limitam a cumprir as leis, esquecendo os valores humanos e a ética capitalista. Após esta fuga de informação, apenas denunciadora de uma pequena parte da fuga de capitais - visto que a Mossack Fonseca é o quarto operador desta actividade - terá ficado claro que a denominada crise económica mais não é, que a manifestação de um profundo atropelamento dos valores morais.

Por exemplo, Pedro Santos Guerreiro, director do Expresso, não exita ao afirmar: "Se esta investigação jornalística tiver algum propósito, ele deve ser sobretudo terminar com o submundo dos offshores".


Tendo em conta os recursos na web, sobretudo o site do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, constrói uma apresentação no Google Drive que exponha a tua reflexão.


Indique as fontes utilizadas na sua apresentação, fazendo o respectivo link. Formate o trabalho de modo que seja claro para o leitor, se o texto resulta do copy/paste ou da sua reflexão.

Trabalho a melhorar: Carla, Margarida, Marina e Raquel - GXXII
Uma referência a incluir: http://www.conexaolusofona.org/os-panama-papers-explicados-de-forma-tao-simples-que-ate-uma-crianca-percebe/

Delfina + Tânia

Carlos + João

A que geração pertence?

segunda-feira, 4 de abril de 2016 |

Geração Silenciosa, nascidos antes de 1945, hoje com mais de 70 anos

Baby Boomers, nascidos em 1945-64, com 51 a 69 anos

Geração X, nascidos em 1965-79, com 36 a 50 anos

Geração Y, nascidos em 1980-00, com 15 a 35 anos, Millennials

Geração Z, nascidos após 2000, Nativos Digitais

Uma geração de filhos despreocupados com pais preocupados

Portugal mudou mais tarde, mas mais rapidamente

quarta-feira, 11 de novembro de 2015 |

Nenhum outro país conseguiu liquidar o campesinato, reduzir a taxa de fecundidade, mudar os padrões de consumo, diminuir a mortalidade infantil, instaurar o sufrágio universal, separar a Igreja do Estado, criar uma classe média, abrir as fronteiras a pessoas, bens e capitais, escolarizar a população, criar um serviço nacional de saúde, liquidar um Império à velocidade a que Portugal o fez. Na economia como nas almas o país está irreconhecível. As estatísticas demonstram a mudança da sociedade portuguesa.

PORTUGAL/EUROPA, 1960-2015

Retrato de Portugal na Europa, Edição de 2014 ***** PDF

A Terra treme

quarta-feira, 4 de novembro de 2015 |



BAIXAR

– baixe-se sobre os joelhos, esta posição evita que possa cair durante o sismo, mas permite mover-se;

PROTEGER

– proteja a cabeça e o pescoço com os braços e as mãos e procure abrigar-se, coloque-se se possível sob uma mesa resistente e segure-se a ela firmemente;

AGUARDAR

– aguarde até a terra parar de tremer.

Dia 6 de novembro, realiza-se às 11:06 mais um exercício de cidadania – A TERRA TREME. Promovido pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, este projecto enquadra-se nos objectivos da Estratégia Internacional para a Redução de Catástrofes das Nações Unidas.

Crise dos refugiados

domingo, 20 de setembro de 2015 |

A Agência das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR) responsabilizou a União Europeia, ao não dar uma resposta coerente à crise dos refugiados, pela situação caótica que se vive em diversas fronteiras, como a da Sérvia com a Croácia ou a Hungria. A UE responde mais rapidamente a problemas financeiros que a dramas humanos.

  • “Medidas individuais de cada país não resolverão o problema e podem deixar a situação ainda mais caótica, aumentando o sofrimento das pessoas e reforçando a tensão entre países no momento em que a Europa necessita de mais solidariedade e confiança”. (UNHCR)
    Mais?
Leia a apresentação Crise dos refugiados.

Preconceito

quinta-feira, 30 de junho de 2011 |

As percepções sociais incluem, a par de outros factores, os preconceitos. É pelo processo de socialização que a interiorização daquilo que as nossas sociedades nos dão a conhecer acontece, tornando-nos progressivamente habilitados a viver em grupo (Rocher, 1999; Giddens, 2000). A chave da socialização é, portanto, a aprendizagem que ocorre por ligação do indivíduo aos elementos sociais do ambiente que o rodeiam nos seus relacionamentos Para além da nossa fisionomia sensorial, a forma como determinada sociedade se dá a conhecer, inclui o modo como estruturamos as nossas percepções sociais (Davidoff, 1983). Porém, a forma precipitada como categorizamos alguns dos objectos apreendidos socialmente poderá dar origem ao preconceito (Allport, 1979).
Tudo isto se reflecte na forma como vemos os “outros”.



O preconceito “nasce” na cabeça dos homens, sendo, nesse sentido, produto da cultura, que se soma aos desejos inconscientes do indivíduo. Além disso, o preconceito contém em seu âmago o medo: medo do Outro, do desconhecido, do que “me é diferente”, a traduzir um Não à alteridade.

E ao negar a alteridade, o preconceito se firma como uma atitude de negação aos que se refugiam num padrão prévia e rigidamente autofixado de normalidade, ao mesmo tempo em que reforça, positivamente, certos atributos “inerentes aos mais iguais”, a ponto de manipular no Outro a própria condição de estigmatizado.


1.  Apresente o conceito de preconceito e refira genericamente alguns impactos impactos negativos que estes têm no nosso quotidiano.

2. Seleccione dois dos subtemas, e apresente-os desenvolvidamente:
Preconceito contra Deficientes Físicos
Preconceito contra Gordos
Preconceito contra Idosos
Preconceito de Género
Preconceito Racial
Preconceito Religioso
Preconceito Sexual
Preconceito Social